terça-feira, 9 de agosto de 2016

A Kaus' Poem

"Say goodbye, say goodbye
You're all going to die!
One by one they'll hear my call
The this wicked city town will follow my fall!"

The Joker

You tried to hurt, you tried to hurt
Through my scream it will burst
They were my friends so friends of mine
Now they have fallen dead follwing the tide
Not my enemy but my family
They won't be there to see how it will be
Maybe I laugh, maybe I cry
Maybe not life but my dead to be mine
To set me free, to set me free
Stand by my side and you will see
How to bloom and show then all
Maybe this is also your call

domingo, 24 de julho de 2016

Uncaged

(How I killed my entire family)

Scorpio's curse, shadows in me
I was the one to take it all
Their darkness thrown over me
To dry out and die in insanity
Undesired curse, a mothers rejection
To feed a shadow projection
Father's care, only for his
And their's darkness all over me
Soon taken of all purity
But alive for them to show
To society how they blow
Soon I've learned, nobody will see
My wrath growing, unfaithfully
Aunt's curse then all family
But I survived, all alone
Once awake, the light was gone
In the darkness, all I've learn
No meadows, nowhere to turn
No friends, nowhere to run
Darkness told the techniques
My own blood I've licked
The time had came
For me to die
But I woud not give my tie
Was it faith or pure luck
Screaming I was no more stuck
Karma's kiss to give it back
My own choice to make my act
Now they are gone, gone for good
Sole survivor, dare I would

sábado, 2 de julho de 2016

The Sun Is Shining Underground

The dead are not silent
Over the matter is the mind
What you say is not what you mean
Yet to know as a mortal sin

Thinking of other but it's you
Projecting thy shadows, oh, you are too
Are you sure the voice in your head
"I am good, I am the best" and so it is fed

Repeating itself in an spiral pattern
What about yourself could you learn
With your heartbeat what do you feel?
What down your spine when you feel the chill?

Do no harm

All I never wanted
But set me blanket
Take me back myself
No more stuck on the shelf
Ive tried to control my actions
Violent force of my reaction
What am I through introspection
Destinty paying the sins of the father
I won't! To build something I'd rather
So come along with all your blockages
You will see the power I engage
Friends and family would be there to help
I am the acid to these walls melt
Under the floor what you felt
The cracks on the shelter

Do no harm, Oh! I've tried
But warm knowing you died
The peace knowing you died
Relief knowing you died
You died...
For me you've died...

sábado, 11 de junho de 2016

Plutoniano

Emerge da tumba de teu ser
Dai-me as vestes, a pele a perecer
Sob o tapete ou dentro do armário
A ti mesmo seu adversário

Engole o sentimento e logo se engana
Evita a ti mesmo a verdade te esgana
Desejo reprimido ou pensamento que evito
Na curva da vida cruza contigo

Em ti vai surgir por mais que encubra
Logo sentira a ferida que abre
E se a ti mesmo não encara com humildade
Tu mesmo se pegarás sem nenhuma piedade

Coração esbranquiçado

Na sala branca de novo, não há janelas nem portas, o teto se confunde com as paredes e com o chão devido a claridade. Talvez esteja enlouquecendo por dentro conforme as vibrações, talvez seja o modo que decidi colorir minha vida ou apenas algumas entre tantas ilusões de ópticas. Talvez tenha sido sempre assim e só assim e todo o resto foi pura ilusão. Daqui não há para onde ir ou o que fazer. Espalhado, só há eu. Infinitamente eu penso no quanto falhei ao tentar enxergar o verdadeiro sentido em cada canto, em cada pranto, em cada olhar caótico que quis desvendar, em tais elementos minimalistas e tentar achar alguma ligação plausível. Certo de que nada é certo, e que nada significa nada ainda acho significado. Mas ainda vazio para todos os lados só me resta para dentro. O que eu significo? Sou trocadilhos, sou essência, sou vestígios de pó flutuantes, sou letras ilegíveis, sou obra de arte abstrata que para uma melhor visualização, tu vai girando a cabeça até achar o ângulo que mais se encaixa e ainda não consegue compreender, sou brisa leve e no mesmo instante vendaval, sou o que explodiu e se espalhou, pedaços de mim tentando se juntar para se fazer inteiro. Inteiro. Sou versos, sou a fonte, sou um resto de estrela, sou textos incompletos, sou aquele dando um passo para trás para ver o quadro por completo, vindo de meu coração me rasgando por dentro tentando assumir o mesmo espaço, incômodo, nada se encaixa, desisto de compreender. Sou onda suave e no mesmo instante tempestade. Na verdade, eu sou muitos, múltiplos, sem identificação dentre tantos universos, pois ainda estou aprendendo como é voar sozinho e algumas vezes não voltar para o ninho. É árduo, é perigoso e inúmeras vezes tenebroso. Ao mesmo tempo sou um, único, identificado com apenas um aspecto de tudo, pois estou aprendendo a voar junto e ser o meu próprio ninho. É suave, é seguro e inúmeras vezes estonteante. Maravilhado, estou cheio de graça. Assombrado, estou em desespero. A parede em meu coração não quebra, não cede por mais que eu bata, não atravesso por mais que eu force, então encaro a realidade a minha volta, a tal e atuante sala branca em meu cerne. Estou em desnível, prestes a uma explosão, torço para que seja de cores e caso não for, aceito seja branca ou negra.